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         ੈ✩‧₊˚ não tinha nada que lily gostasse menos que a mania evitativa de remus. odiava como tinha começado a se comportar daquela maneira, também, mesmo que não fosse exatamente por causa dele. ao menos, mesmo com a dor de estômago que começava a perturbá-la, conseguiria fazer com que ele falasse. — sim, eu preciso. — o tom da bruxa era imutável e apologético, doce e impressionantemente triste ao mesmo tempo. 


        abraçou o próprio corpo, ficando sem saber como realmente se portar diante das palavras do não-tão-amigo. — não acredito que você teria más intenções com a sua reação, qualquer uma que fosse, remus. eu só… não consigo viver com a impressão de que iria te decepcionar. ou que te decepcionei, completou no silêncio da sua própria mente. talvez existisse uma pequena parte de lily que queria o julgamento dele, uma parte que precisava de que alguém a mostrasse o quão imatura estava sendo com a sua decisão. alguém que não fosse doce como o ex-marido (que, for fuck’s sake, não tinha tido a menor vontade de lutar contra a vontade da ruiva de terminar o relacionamento) ou tão biased que fazia a sua cabeça doer como sirius. o que quer que fosse que ela precisava, deveria parar de colocar as suas expectativas na pessoa na sua frente. 


        — mas… uhm? fico feliz que estamos… bem? — antes que pudesse continuar, o barulho da chaleira atraiu a sua atenção.

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                 ・୧︰ Suspirou, sentindo um súbito cansaço com o assunto, mas deixando que a mulher prosseguisse com a fala. — Eu não fiquei decepcionado. Só… não sei. Apreensivo. —  Apertou a região entre os olhos, fechando as pálpebras por um momento ; definitivamente, preferia ter recebido uma carta com os conteúdos daquela conversa. — Você sumiu. — Decidiu que o melhor seria, então, expor os pensamentos, encerrar aquela tensão que pairava sobre eles. — O divórcio de vocês foi um choque, sim. Mas, você sumiu. Pareceu que éramos apenas os amigos de James. — “Éramos”, bom, queria dizer “que eu era” — estava certo que os sentimentos de Sirius não encaixavam na mesma categoria que os seus ; porque o amigo não detinha a mesma relação que, até então, pensava, possuir com Lily. Uma amizade interina, separada do grupinho que essa integrara. E havia doído, um pouco, pensar que não. — Eu só fiquei preocupado. — Também havia o medo maior, a ansiedade com a situação maior. Com o clima político no qual estavam inseridos e o quê aquilo significava para pessoas como eles. E, principalmente, para ela e Harry. Mas, novamente, não podia cobrar uma comunicação que ele próprio não providenciava. Suspirou novamente. — Mas não. Você não me decepcionou. — Falou com sinceridade, retornando a fitá-la. — Sim, estamos. — A assegurou, oferecendo-a um modesto sorriso de lábios fechados. — Só… não desapareça novamente. Não precisa me dar os detalhes, just… don’t go radio silence.

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        ੈ✩‧₊˚ tentou o seu melhor para produzir uma boa xícara de chá sem fazer muito barulho, preocupada com a possibilidade de distrair o filho. como quase sempre, lily tinha uma energia nervosa sobre si, as mãos se movendo mais do que o necessário e tudo sendo organizado especificamente, um dejavu do perfeccionismo que exibia nos seus anos de escola. 
    

        — fico feliz de saber que você está bem. — evitou duvidar das palavras de remus. mesmo sabendo que era muito provável que ele estivesse, no mínimo, omitindo como se sentia, não queria piorar ainda mais o clima entre eles. apoiou-se no balcão, de cara a cara com o mais alto, e tentou o seu melhor para relaxar. — ah, ainda não tanto, mas estou quase lá. — impediu-se de mostrar a sua verdadeira satisfação sobre a mudança. apesar de acreditar na amizade dos dois, sempre via remus (e os outros marauders, por extensão) como amigos do ex-marido primeiro. cautela era pouco para ela quando se tratava deles.

        bateu os dedos contra o mármore durante o silêncio que se estendeu, tentando decidir exatamente o que fazer. se esperasse demais para conversar, realmente conversar, com lupin, era muito provável que os dois seriam interrompidos. mas, mesmo assim, a sua covardia tentava a convencer de esperar até que a noite acabasse para não ter que lidar com a situação. que grande grifina era, doce merlin. — ei, uhm, rem? — começou, repassando o discurso que tinha ensaiado e ensaiado na própria mente. — eu não… eu não me afastei por querer. quer dizer, sim, foi uma decisão minha, mas… não foi proposital? — aparentemente, existem coisas muito mais fáceis de fazer na própria cabeça. — fiquei com medo de como você reagiria se eu tivesse te contado o que estava acontecendo, achei que, talvez, seria… mais fácil se viesse do james… ou do sirius, não sei. só… não foi o jeito certo de lidar com a situação. — admitiu. — i’m really, really sorry, remus. 

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                  ・୧︰As orbes claras não permaneceram sobre a figura feminina, preferindo observar a paisagem exibidas pelas janelas. Instintivamente, pela educação, os cantos dos lábios se levantaram com o comentário de Lily sobre si. Agradeceu mentalmente a ausência de argumentos contra a resposta: já possuía os amigos para insistirem em desvendar suas mentiras. — Hm… isso é bom. — Escondidos atrás das costas, os dedos da canhota esfregavam a palma. — Acho que Londres combina com você. 

                      Os olhos, por fim, recaíram sobre ela. Era estranho estar na cozinha de outrem a discutir aquilo — teria preferido fazê-lo por cartas melancólicas, um extenso telefonema ou, como estava acostumado, aderir da ignorância e continuar a ocasião como se nada houvesse acontecido. Podia suportar silêncios embaraçosos e climas tensos. Eventualmente eles desapareceriam, se conheceriam novamente; precisar confrontá-los requeria um compromisso emocional que Remus nunca sentia-se apto para. Suspirou, balançando a cabeça. — Não precisa desculpar-se. — Começou numa entonação baixa, mas gentil. — Não acho que lidou errado. Na verdade, não acho que exista uma maneira correta para lidar com esses assuntos: e, se houvesse, eu não seria a pessoa certa para julgá-la. — Fora um tanto difícil, realmente, receber a notícia pelos amigos. Sirius era demasiadamente emocionado, e James considerativo. Fora mais difícil lidar com a reação do primeiro que com a notícia. Porque, em sua opinião, não acreditava que precisava possuir alguma reação aquilo: somente precisava aceitar a realidade e prosseguir a, de alguma maneira, auxiliar os envolvidos. No caso, James e Lily. Gostava de pensar que fora e continuava a ser, o primeiro a apoiar as escolhas de ambos. Não precisava possuir uma opinião, vontade ou sentimentos sobre aquilo. O que afetara-o fora sentir como se Lily não confiasse em si. E, naquele momento, ela achar que teria algum tipo de reação, qualquer que fosse. — Contanto que você esteja bem, feliz… realmente não possuo opiniões. — Nunca opinaria acerca das escolhas que tomara: eram apenas dela. Da mesma maneira que odiava como, por vezes, o tratavam com exacerbado cuidado e simpatia, não ousaria pensar que possuía qualquer direito em questioná-la. — Talvez seja eu quem devesse se desculpar, por você sentir que agiria de alguma maneira que a machucasse.  

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        ੈ✩‧₊˚ — don’t laugh! — o repreendeu, apesar de estar lutando para esconder o seu próprio sorriso. — if he thinks it amuses you, he’ll keep doing it, remus. — explicou, colocando todo os seus estudos sobre o desenvolvimento infantil à prova. invés de ser distraída pelo próprio presente, que tinha sido apoiado sobre a sua mesa de centro, desviou toda a sua atenção para o do filho.


        no meio tempo em que os dois tinham ficado afastados, os interesses do pequeno harry tinham mudado drasticamente. de uma criança que não conseguia conter a sua animação ao ver qualquer coisa minimamente mágica para uma que só conseguia dormir se lily cantasse lullaby versions de kiss, era claro que o jeito da mãe influenciava os interesses dele mais e mais.a ghrá mo chroí·······, é o melhor presente que você poderia dar! — a bruxa parecia até muito mais animada do que o pequeno, que ainda não tinha entendido muito bem o que era a caixa. — wanna draw a picture for uncle remmy, lovely? — antes de se afastar para que pudesse pegar os supplies do filho, depositou um beijo na cabeça do mesmo. 


        assim que o bebê estava ocupado e feliz, ela pôde prestar atenção para o amigo e, infelizmente, o clima levemente tenso entre eles. — would you, hum, like some tea? — ofereceu, já desaparecendo nos confins da cozinha. — how have you been, love? 

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                   ・୧︰Com a repreensão da mulher, reprimiu os lábios, mantendo um tênue riso, enquanto encarava o pequeno Harry. — Then it does not amuse me. — Disse com seriedade. 

                       Redirecionou a atenção à ela, oferecendo-a um sorriso. — Bati os olhos nisso voltando do serviço um tempinho atrás, achei que Harry pudesse apreciar alguma coisinha menos mágica pra variar. — Apesar de, nos últimos anos, ter dependido demasiadamente dos dons mágicos, Remus ainda apreciava e utilizava das comodidades trouxas: como telefones e máquinas de lavar (porque a magia não proporcionava às roupas a mesma maciez e perfume que um bom amaciante). O compartilhamento daquela metade não-mágica sempre fora uma característica da amizade deles, logo, imaginara que seria um bom presente. Além disso, a caixa o dera forte nostalgia ao relembrar a própria infância solitária e desprovida de muitos luxos; brinquedos simples como aquele haviam sido seu único divertimento.  

                            Redirecionou um último sorriso para o menino antes de levantar-se. Então, sua atenção retornou a Lily. — Sure. — Murmurou, notando a tensão retornar. Escondeu as mãos atrás das costas, as orbes presas ao caminho à sua frente conforme caminhava atrás da mulher. — O mesmo de sempre, bem. — Sorriu de lábios fechados. — E você? Se adaptou bem a Londres? 

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          ੈ✩‧₊˚ dizer que a mudança tinha sido difícil para o pequeno harry era pouco. enquanto a mãe, sempre correndo de um lado para o outro como uma galinha no julgamento de maria antonieta, descontava a sua tristeza sobre os ocorridos na calada da noite, baby harry tinha encontrado um passatempo muito mais mortal. quando a campainha soou e lily sentiu-se obrigada a correr atender a visita que pensava ser marlene, o bloodbath tinha acabado de ocorrer na casa da família evans. a criança, descontente por ter que aguentar a mãe que não o dava atenção enquanto se vestia, decidiu que a melhor maneira de a distrair era mordendo a sua perna o mais forte podia com os seus quase-dentes. lily, que nunca tinha sido a pessoa mais delicada de todas em momentos de surpresa, tinha gritado um palavrão tão alto que o garotinho percebeu o seu erro. 

         agora, na frente de remus com um harry que grito-chorava e o zíper do vestido aberto atrás de si, arrependia-se de não ter se lembrado que marlene nunca, na sua vida toda, tinha chegado no horário. — oh… rem! — soltou, enquanto abraçava a cabeça do filho e tentava, sem muito sucesso, o acalmar. — olha, love, é o uncle remmy! talvez você possa morder ele dessa vez, hm? — brincou, com aquela sua voz reservada para o filho, em um falho esforço de o fazer rir. a crise, por mais idiota fosse, quase a fez esquecer de que as coisas entre ela e os amigos (especialmente aqueles conhecidos pelo apelido de marauders), não eram como costumavam ser. — obrigada por vir! — a sinceridade era transparente na voz. — make yourself at home. — usou a oportunidade para sair da visão periférica alheia o suficiente para que pudesse colocar o filho no chão apenas pelo tempo absolutamente necessário para subir o seu zíper em paz. — acho que você está adiantado, não? ou sou eu que me atrasei? shit, provavelmente sou eu. — percebeu o seu erro imediatamente, olhando do filho para o amigo. — he can’t really grasp ling… — antes que pudesse se justificar, o pequeno bruxo parou o seu choro apenas para repetir o palavrão, olhando bem nos olhos de lupin.

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                      ・୧︰ Arqueou as sobrancelhas com a sugestão, sorrindo de canto. — Pode. Mas esteja avisado, uncle remmy bites back. — Fez uma careta, botando a língua para fora brevemente. O clima não era tão natural quanto antes, mas não precisou esforçar-se para sorrir. — Obrigado pelo convite. — Replicou, aproveitando para exibir a sacola média que carregava. — A house warming gift. — Remus não era bom com ideias para presentes, por isso comprara o quê a atendente sugerira: um set de canecas coloridas e coasters de agate. Outrora, talvez, tivesse sentido-se mais à vontade para usar a própria criatividade mas temera adquirir a coisa errada e, de alguma maneira, fraturar o quê ainda existia. Tomara a liberdade, contudo, de acrescentar um presentinho para Harry. Fora uma criança uma vez, afinal, e odiara ver outros recebendo presentes. 

                       — Hm, acho que estou bem na hora… — Olhou para o relógio no pulso, passado meros dois minutos após o horário combinado. — Minha mãe diria que on time is late, so… — Ouvindo o palavrão na infantil tonalidade do Potter-Evans menor, Remus não conteve uma gargalhada. — You’re absolutely right, that’s the only word you’ll ever need. — Pisou dentro da casa, diminuindo a altura para encontrar os olhos de Harry. — How you doing, mate? Giving mommy much trouble? That won’t do. — Bagunçou-lhe os cabelos escuros, silenciosamente apreciando a maneira como se parecia com James, embora começasse a exibir traços delicados de Lily. Ainda agachado, retirou da sacola uma caixa, o entregando para o pequeno. É um Spirograph. Não é tão mirabolante quanto vassouras e sapos de chocolate, mas é divertido… pelo menos o suficiente para crianças não morderem suas mães. Funcionou comigo.

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                       ・୧︰ Esperando no tráfego londrino, nem os vocais de David Bowie eram o suficiente para apaziguar o vazio na boca do estomago. A notícia do divórcio dos amigos, meses antes, viera com uma parcela de solidariedade por ambos, separadamente. O radio silence de Lily, contudo, fora uma pílula amarga de engolir. Mas Remus nunca fora de insistências. Respeitava que a mulher precisava de distância e nunca fingiria compreender pelo o que estava passando. Fosse ela, ou James. Uma parte de si, porém, infantilmente desejava evitá-la. Por tal demorou a responder o convite, o fazendo apenas dois dias antes da data marcada — mesmo que tivesse comprado o presente na mesma tarde que chegara em seu correio. Nunca admitiria, provavelmente, mas uma parte de seu ser gostaria que Lily o tivesse confiado os pesares da mesma maneira que ele havia o feito outrora; ao mesmo tempo, também, sabia que não fora o mais emocionalmente ou fisicamente presente no último ano. Entre o trabalho, os afazeres na Ordem e próprios conflitos internos, Remus provocara uma modesta distância entre ele e os amigos. Todos eles. 

                      Inclinado sobre o volante, os olhos percorriam os nomes nas placas, os murmurando baixinho até encontrar o endereço que procurava. Desceu a rua devagar, os inúmeros pensamentos dando piruetas em sua mente até estacionar o carro. Quando se encontrou frente a porta dela, contudo, os pensamentos se dissiparam — e, ao que ela aparecia para recebê-lo. somente conseguiu dizer. “It’s been a long time, mon deux.

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** FLASHBACK  |  CLOSED STARTER w. @dcrklady

‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎‎  ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ 🎃・୧︰ Os relatos do suposto paradeiro do “Lorde das Trevas” rendera uma prolongada e efervescente reunião na Ordem: o quê estaria procurando na Escócia? deveria Dumbledore reforçar as barreiras mágicas na escola de bruxaria? Passado a reunião em silêncio, Lupin detinha dúvidas sobre a veracidade daquela notícia. Não seria a primeira vez que o Profeta Diário publicava narrativas enganosas de algum bruxo apavorado ou desesperado por atenção. O bruxo desaparecera por meses — nem mesmo os mais experientes membros da Ordem conseguiram localizá-lo e, de repente, aparecia numa pousada? O máximo que conseguia acreditar é que era outro dos “joguinhos” dele ; um passo para mantê-los naquele loop de dúvidas. Por um breve período, na infância, morara nas redondezas de Dumfries. Era familiar com a região, sabendo que os extensos campos verdes da Escócia eram ótimos para providenciar solidão, assegurar que ninguém descobriria sobre seus segredinhos sujos —  se você-sabe-quem quisesse, com ou sem suas habilidades mágicas, poderia se esconder com facilidade nos arredores de Dumfriesshire. O que significava que, se os relatos eram verdadeiros, o “Lorde das Trevas” se deixara ser visto ; uma provocação? ou um sinal? Não tivera tempo suficiente para elaborar suas inferências quando, dois dias depois, Fenwick relatara a presença de Bellatrix Lestrange no condado. 

Como sempre quando o assunto eram os Lestrange, Remus fora o primeiro a voluntariar para a vigilância da área com Fenwick. Seus ferimentos não haviam sarado completamente contudo, o corpo estava curado o suficiente caso um confronto ocorresse. Seu intuito naquela noite, no entanto, era apenas coletar informações — enquanto vigiava a pousada, o colega estava vasculhando a cidade trouxa nas proximidades. Sentou no segundo andar do estabelecimento, uma mesa num canto onde possuía visão da porta da frente, mas não estava na visão imediata de quem entrava. Fenwick, membros do Ministério e jornalistas haviam interrogado os funcionários da pousada inúmeras vezes com diferentes métodos, logo, não perdera tempo com tais procedimentos. Suas investigações consistiam em coletar informações do ambiente, os tipos que frequentavam os locais de interesse, quais “negócios” ocorriam na surdina, etc. Antes de adentrar o local, tomara a precaução de encantar-se com uma variação do feitiço confundus que inventara ; um mero encantamento que os ajudava a esconder-se a olho nu, desviando a atenção de quem olhasse em sua direção. Podiam olhar, mas não veriam — não era infalível, sendo que bruxos poderosos podiam quebrá-lo com suficiente suspeita e concentração. Ainda sim, servia para não serem descobertos de cara. Contava, também, com um disfarce.  Visando misturar-se com as figuras à sua volta (e entreter-se), pediu  por fish n’ chips e acendeu um cigarro enquanto fingia prestar atenção na programação do rádio que ecoava pela pousada. 

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